quinta-feira, 22 de julho de 2010

A Sociedade Thule

thule

 

A  História  de  “Thule” em poucas palavras:

 

“Última Thule”, tinha sido a capital do primeiro continente colonizado pelos arianos.  Este chamava-se Hiperbórea e teria sido mais antigo que a Lemúria e a Atlântida  (continentes submersos, habitados antigamente por grandes civilizações).  Na Escandinávia, existe uma lenda a respeito de “Última Thule” esse país maravilhoso no grande norte onde jamais havia o pôr do sol, e onde viviam os ancestrais da raça ariana.

O continente  “hiperbóreo”  estaria situado no Mar do Norte e teria afundado por ocasião de uma época glacial.  Supõe-se que seus habitantes vieram do sistema solar de Aldebaran, que é o astro principal da constelação de Touro;  eles mediam perto de quatro metros de altura, tinham a pele branca e eram loiros de olhos azuis.

Não conheciam guerras e eram vegetarianos (Hitler também, aliás).  Pelos textos conhecidos a respeito de Thule, os hiperboreanos estavam bem mais adiantados em tecnologia e ter-se-iam servido dos Vril-ya, engenhos voadores que designamos hoje pelo nome de “OVNIs”.  Graças a existência de dois campos magnéticos inversamente rotatórios, esses discos voadores eram capazes de levitar, atingiam velocidades enormes e realizavam manobras de vôo, desempenho que observamos também nos OVNIs.  Teriam utilizado a força Vril como potencial energético, quer dizer, como combustível  (Vril  =  éter, ou prana,  chi, força cósmica,  orgon...  Mas esse nome é derivado também do  vri-ll  do acadiano que significa  “semelhante a mais alta divindade”  ou  “igual  a  Deus”.).  Eles subtraíram pois a energia  (que não custava nada)  do campo magnético terrestre, como o faz o conversor  a  taquions  do comandante Hans Coler  ou o motor a  “espaço quanta” desenvolvido por  Olive Crane.

Quando o continente hiperbóreo começou a afundar, os habitantes começaram a cavar túneis gigantescos na crosta terrestre com grandes máquinas e ter-se-iam estabelecido sob a região do Himalaia.  Esse reino subterrâneo tem o nome de  Agartha  ou  Agarthi,  e sua capital denomina-se  Shamballah.  Os persas denominaram esse reino subterrâneo  “Ariana” ou  “Arianne”,  o país de origem dos arianos.  Notamos aqui que  Karl Haushofer  afirmou que  Thule  era,  de fato a  Atlântida  e ele dizia, contrariamente a todos os outros pesquisadores do Tibete e da Índia, que os sobreviventes da  Thule-Atlântida  se dividiram em dois grupos, um bom e um mau.  Os bons, que, devido ao seu oráculo, tomaram o nome de  Agarthi, instalaram-se na região do Himalaia;  os maus, que se denominavam, de acordo com Haushofer, os Shamballah e que queriam reduzir os seres humanos à escravidão, dirigiram-se para o Ocidente.  Haushofer afirmava que um combate já existia há milhares de anos entre os de Agarthi e os de Shamballah, combate que teve continuidade com a Sociedade de Thule, com o terceiro Reich, representando os Agarthi, contra os de Shamballah, os franco-maçons e os sionistas.  Esta era provavelmente também a missão de Haushofer.

O soberano desse reino seria  “Rigden Iyepo”, o rei do mundo, e seu representante na terra seria o Dalai-lama.  Hushofer estava persuadido que esse reino subterrâneo sob o Himalaia era o lugar de origem da raça ariana.  Ele teria tido a prova disso, dizem, por ocasião de suas numerosas viagens ao Tibete e à Índia.

A insígnia marcante de Thule teria sido a suástica com os braços virados a esquerda.  Segundo os dizeres dos lamas tibetanos e do Dalai-lama em pessoa, as pessoas de Agarthi existem ainda hoje.  O reino subterrâneo, que está bem arraigado em quase todos os ensinamentos orientais, teria se expandido ao longo de milênios sob toda a superfície da terra com centros imensos sob o Saara,  sob Yucatan no México,  sob as montanhas do Mato Grosso e sob as montanhas de Santa Catarina no Brasil, sob o monte Shasta na Califórnia, na Inglaterra, no Egito e na Checoslováquia...

Hitler empenhou-se particularmente para encontrar as entradas do reino subterrâneo de Agartha e de poder entrar em contacto com os descendentes dos  “homens-deuses” arianos de Aldebaran-Hiperbórea.  Nas lendas e tradições desse reino subterrâneo, relata-se entre outras coisas, que haverá em nosso globo uma maldosa gerra mundial (a terceira) que terminará devido a tremores de terra e de outras catástrofes naturais, entre outras a inversão  dos pólos, que causarão a morte de dois terços da humanidade.

Após esta  “última” guerra, as diferentes raças do interior da terra reunir-se-ão de novo com os sobreviventes da superfície do globo e introduzirão a  “Idade de Ouro” milenar (era de Aquário).  Hitler quis criar uma “Agartha” ou a “Ariana” sobre a terra com a raça dos mestres arianos, e esse lugar devia ser a Alemanha.  Durante o “Terceiro Reich”, houve duas grandes expedições do SS ao Himalaia para encontrar as entradas do reino subterrâneo.  Outras expedições aconteceram para os Andes, nas montanhas do Mato Grosso e de Santa Catarina no Brasil, na Checoslováquia e na Inglaterra.

E também, alguns autores afirmam que as pessoas de Thule acreditavam que independentemente do sistema de túneis e de cidades subterrâneas, a terra era oca, com duas grandes entradas, uma no pólo Norte e outra no pólo Sul.  Referiam-se às leis da natureza:  “tal o microcosmo, tal o macrocosmo”.  Que se trate de uma célula do sangue, de uma célula do corpo ou de um óvulo, de um cometa ou de um átomo, todos eles têm um núcleo e uma cavidade envolta por uma cobertura, a  corona radiata, a própria vida ocorre, pois, no interior.  As pessoas de Thule haviam concluído que a terra devia ser constituída segundo o mesmo princípio.  Até os drusos também confirmavam este fato, pois são as cavidades rochosas que tem vida própria em seu interior, quer dizer, nos minerais e cristais.

Por conseqüência, a terra deverá também ser oca  -  o que corresponde, aliás, com as afirmações dos lamas tibetanos e do Dalai-lama  -  e ela deveria ter um núcleo, quer dizer, um sol central que confere ao seu interior um clima regular e uma luz solar permanente.

A verdadeira vida do nosso planeta passar-se-ia no interior dele, a raça dos mestres viveria dentro, e os mutantes, na superfície.  Esta seria a razão que explica por que não podemos descobrir vida sobre os outros planetas do nosso sistema solar, pois os habitantes lá viveriam também no seu interior.  As entradas principais seriam no pólo Norte e no pólo Sul, pólos atravessados pela luz do sol central, que cria as  “auroras boreais”, as pretensas luzes dos pólos.

A massa sólida ocuparia maior volume no interior do nosso planeta do que a massa das águas.  Segundo o explorador dos pólos Olaf Jausen e outros exploradores, a água no interior seria água doce, o que explicaria que o gelo do Ártico e do Antártico não é constituído de água salgada e sim de água doce.  Essa tese sobre a constituição de nossa terra está apoiada pelos testemunhos de exploradores dos pólos, Cook, Peary, Amundsen, Nansen, Kane e também pelo almirante E. Byrd.  Eles todos tiveram as mesmas experiências estranhas que não concordavam com as teorias “científicas” estabelecidas.

Todos verificaram que o vento se aquecia acima de 76º de latitude, que as aves voavam acima do gelo em direção do Norte e que os animais, tais como as raposas, se dirigiam para a mesma direção, que encontraram neve colorida e cinzenta que derretendo-se, soltava um pólen de flores multicolorido ou então cinza vulcânica.  A questão é a seguinte:  de onde vem o pólen das flores que encontramos no pólo Norte?  De onde vem o pó vulcânico, pois nenhum vulção está assinalado nas cartas geográficas oficiais disponíveis?  Além do mais, aconteceu de que alguns pesquisadores se encontraram às vezes sobre um mar de água doce, e todos relataram ter percebido dois sóis num dado momento da viagem.  E também, eles encontraram mamutes com a carne ainda fresca e em cujo estômago continha algumas vezes, erva fresca.

 

Postado por Frater P.V.R.A.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Consciência Quântica ou Consciência Crítica ?

consciencia-12

(imagem em maior resolução: http://img210.imageshack.us/img210/8886/consciencia12.png )            

             “O advento da Física Quântica causou e tem causado enormes transformações na vida de todos nós. Nem sempre e nem todos estamos conscientes dos modos pelos quais uma revolução científica iniciada há cem anos pode nos afetar ainda hoje, mas provavelmente já ouvimos falar de seu impacto na evolução da própria Física e de toda controvérsia gerada pelas dificuldades conceituais de interpretação dos fenômenos quânticos. Seus efeitos, porém, se estenderam para além da Física, com desdobramentos importantes na Química, com a teoria de orbitais quânticos e suas implicações para as ligações químicas, e na Biologia, com a descoberta da estrutura do DNA e a inauguração da genética molecular, apenas para citar dois exemplos.

               Mesmo conscientes disso tudo, estaríamos preparados para mais essa: para a possibilidade de que a própria consciência possa operar com base em princípios ou efeitos quânticos? Pois é o que andam conjecturando algumas das mentes mais brilhantes de nosso tempo... e alguns franco-atiradores também. A descoberta do mundo quântico, que tanto impacto teve nas ciências e tecnologias, ameaça agora envolver o "etéreo" universo da psique.

             É preciso dizer desde logo que, na verdade, essa história não é assim tão nova. Desde o início de sua formulação, a Física Quântica apresentou uma dificuldade essencial: a necessidade de se atribuir um papel fundamental para a figura do observador (aquele que está realizando um experimento quântico). Isso decorre do fato da teoria quântica ser de caráter não determinístico, ou seja, trata-se de uma teoria para a qual a fixação do estado inicial de um sistema quântico (um átomo, por exemplo) não é suficiente para determinar com certeza qual será o resultado de uma medida efetuada posteriormente sobre esse mesmo sistema. Pode-se, contudo, determinar a probabilidade de que tal ou qual resultado venha a ocorrer. Mas, quem define o que estará sendo medido e tomará ciência de qual resultado se obtém-se com uma determinada medida é o observador. Com isso, nas palavras de E. P. Wigner, "foi necessária a consciência para completar a mecânica quântica".

                  A introdução de elementos subjetivos na Física Quântica, embora tenha sido defendida por físicos notáveis como von Neumann, além do próprio Wigner, é considerada altamente indesejável, tendo sido tentadas diferentes formulações para contornar esse problema que, aliás, é objeto de debate ainda hoje. Contudo, não é tanto esse problema de caráter epistemológico que se quer focalizar aqui, mas sim a possibilidade de que certos efeitos quânticos possam fazer parte do funcionamento do cérebro e estejam envolvidos na manifestação da consciência. Porém, antes de ir direto ao ponto, convém apontar alguns aspectos da dinâmica cerebral mais aceitos atualmente.

                     De forma resumida, pode-se dizer que as descrições mais convencionais apontam a consciência como sendo uma propriedade emergente das atividades computacionais realizadas pelas redes de neurônios que constituem o cérebro. O cérebro é visto essencialmente como um "computador" para o qual as excitações neurais (correspondentes à atividade sináptica) seriam os estados de informação fundamentais (equivalentes aos bits). A partir dessa visão, certos padrões de atividades neurais teriam estados mentais correlatos, sendo que oscilações sincronizadas no tálamo e no córtex cerebral produziriam uma conexão temporária dessas informações e a consciência surgiria como uma propriedade nova e singular, emergente da complexidade computacional das redes neurais atuando em sincronia.

                 Em geral, os enfoques quânticos não excluem o funcionamento do cérebro através de redes neurais (seria negar o óbvio), mas consideram que complexidade somente não explica tudo e situam efeitos quânticos como centrais para a descrição da emergência ou geração do eu consciente. Aliás, alguns desses modelos negam que consciência seja uma propriedade emergente de redes neurais operando além de um certo nível crítico de complexidade, mas consideram que a dinâmica cerebral, na verdade, organiza e faz aflorar algo que já é uma propriedade intrínseca da natureza.”

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Influencia das Estrelas



Muito mais além da crença está o conhecimento. Acreditar ou desacreditar segue sendo opções mentais caprichosas, frutos da ignorância. A psique humana é influenciada pelos astros e isto é um fato perceptível nas esferas noéticas e dianoéticas do pensamento. Este fato fundamentou as grandes decisões das civilizações serpentinas que povoaram o planeta nas primeiras Eras de nossa atual raça.

O destino e função social dos cidadãos tibetanos eram decididos em seu nascimento. Os chineses profetizavam com exatidão as futuras enfermidades dos recém nascidos. No cenário egípcio-caldeu, ninguém sequer poderia conceber a idéia de um ser separado dos astros. Para estes, o espaço estrelado e homem eram apenas perspectivas de um mesmo Cosmos.

Na Era de Áries, a era da formação dos grandes impérios, todas as batalhas que levaram as grandes conquistas não iniciavam sem o minucioso estudo dos astros. O império persa de Dario I contava com a destreza astrológica babilônica e caldéia. Alexandre Magno com a sabedoria transmitida por seu mestre Aristóteles. Julio César não se lançava a batalha alguma sem a aprovação dos oráculos.

Resquícios desta sabedoria sobreviveram em tempos mais adiantados. Recordemos, como exemplos, a grande derrota de 1.588 da frota espanhola à Inglaterra de Elizabeth, inicio da época de ouro para os povos dos profetas Britânicos e Hitler, que se valia de seus astrólogos especializados para dirigir ataques bélicos.

O que até o inicio do século passado podia ainda ser motivo de risos à atrevida ignorância, já não pode mais ser ignorado e fazê-lo, seria uma brincadeira de muito mau gosto.

Atualmente, desde sucessivas experiências que iniciam em 1.910, com o eletroscópio do suíço Gockel e terminam em 1.925 consolidando a descoberta dos Raios Cósmicos, sabe-se que, em média, a cada segundo uma partícula oriunda do espaço infinito atinge cada centímetro quadrado de nosso planeta. Isto é como se estivéssemos constantemente sob uma chuva de raios oriundos do espaço infinito.

Tais Raios, que na verdade são partículas extremamente penetrantes e quantas de energia, deslocam-se em velocidades próximas a da Luz no espaço sideral, chocam-se com a atmosfera terrestre a cerca de 10 mil metros de altitude e banham-nos de maneira a influenciar toda a forma de vida.

Cada acontecimento cósmico influencia direta e quantitativamente a todos nós.

Assim, as multidões se lançam às Revoluções, impérios vão ao pó, governos caem e outros ascendem. As massas humanas dirigem-se movidas pelo subconsciente, e este pelo Cosmos. Crêem que fazem, ignoram que ignoram.

Estas alturas nos recordamos da seguinte passagem do livro dos Mortos Egípcios "...os duros combates que se lançam os Deuses uns contra os outros são de acordo às minhas vontades (TUM)..."

Os Raios Cósmicos originam dentro da Psique subjetiva do animal intelectual, infinitas mudanças em sua idiossincrasia psicológica, surgem certos "Eus" e submergem outros, emergem alguns "Eus-Diabos" enquanto outros se perdem entre as quarenta e nove regiões submersas do subconsciente.

Samael Aun Weor


Frater Madara .'.