domingo, 24 de julho de 2011

FARAON–PROJEÇÃO ASTRAL

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Idá é masculino e Pingalá é feminino. Eis os sustenidos e bemóis do grande Fá que ressoa na natureza. FA - Corresponde aos átomos solares; RA - aos átomos lunares; ON - ao Fogo Flamígero, que sobe pelo canal central. Torna-se necessário aprender a tocar esses sustenidos e bemóis com o poderoso Mantram FARAON para sair em Corpo Astral consciente e positivamente. Com os Mantrams destes sustenidos e bemóis podemos sair em Astral. No Egito, o Iniciado, ao receber as Asas Ígneas, era condecorado no Templo com um par de asas, que eram fixadas na túnica, na altura do coração.

chac moolAo abrir suas Asas Ígneas, Jesus de Nazaré foi condecorado pessoalmente pelo Faraó do Egito.

A posição em que se deitava Jesus para sair em Astral era a mesma do Chac Mool. Cabeça bem baixa, sem almofadas; as plantas do pés sobre o leito, com as pernas flexionadas e os joelhos voltados para cima. Assim, o grande Hierofante adormecia, tocando sua Lira maravilhosa da espinha dorsal. Todo o Mantram FARAON divide-se em três sílabas, assim; FA-RA-ON. O FÁ é da escala musical. O RA deve ser vocalizado como um duplo R em um tom grave. ON lembra-nos o Mantram OM da Índia, em que a letra M é substituída pela letra N.

FARAON deve ser vocalizado com o grande Fá que ressoa em todo o criado.

É aconselhável vocalizar mentalmente. O discípulo deve adormecer cantando este Mantram, com a Imaginação e a Vontade concentradas nas Pirâmides do Egito. É necessário muito exercício e muita paciência.

 

art_proj_ast_compRetirado do Livro: “Matrimonio Perfeito” – Samael Aum Weor

Postado por Fr Gemini.’.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

O MESTRE

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CERTA VEZ, UM Mestre falou a uma multidão, e todos ficaram comovidos com as palavras de amor de sua mensagem maravilhosa. No meio da multidão, um homem ouviu com atenção tudo o que o Mestre disse. Era muito humilde e possuía um grande coração. Ficou tão emocionado com as palavras do Mestre, que se sentiu compelido a convidá-lo para ir a sua casa. Quando o Mestre acabou de falar, o homem foi até ele, olhou-o nos olhos e disse: — Sei que o senhor é ocupado, e que todos desejam sua atenção. Sei que não tem tempo para me ouvir, mas meu coração está tão aberto, e sinto tanto amor pelo senhor, que sinto a necessidade de convidá-lo para ir a minha casa. Desejo preparar-lhe a melhor das refeições. Não tenho esperança de que aceite, mas precisava falar-lhe desse meu desejo. O Mestre, fitando o homem nos olhos, e com o mais lindo dos sorrisos, respondeu: — Prepare tudo. Eu irei. Então, afastou-se.


Essas palavras encheram o coração do homem de grande alegria. Ele mal podia esperar para servir ao Mestre e demonstrar-lhe seu amor. Seria o dia mais importante de sua vida. Ele teria a companhia do Mestre. Comprou o melhor vinho e os melhores alimentos, procurou pelas roupas mais bonitas, que daria de presente ao Mestre. Depois, correu para casa para fazer os preparativos. Limpou a casa inteira, preparou uma refeição maravilhosa e arrumou a mesa, deixando-a bonita. Seu coração transbordava de felicidade, porque logo o Mestre estaria ali.


O homem esperava, ansioso, quando alguém bateu em sua porta. Mas ao atender, em vez de ver o Mestre, viu uma velha. Ela olhou-o nos olhos e disse: — Estou morrendo de fome. Pode me dar um pedaço de pão? Um pouco desapontado, porque não era o Mestre, o homem fitou a mulher e respondeu: — Por favor, entre. Sentou-a no lugar que reservara para o Mestre e deu-lhe da comida que preparara para ele. Mas estava nervoso e mal conseguia esperar que ela acabasse de comer. A velha ficou emocionada com tanta generosidade, agradeceu e partiu. O homem mal acabara de arrumar tudo novamente para receber o Mestre, quando tornaram a bater em sua porta. Daquela vez era um estrangeiro que atravessara o deserto. Olhou o homem nos olhos e disse: — Estou com sede. Pode me dar algo para beber? Desapontado mais uma vez, porque não era o Mestre, o homem convidou-o para entrar, sentou-o no lugar reservado para o Mestre e deu-lhe do vinho que pretendera oferecer a ele. Quando o estrangeiro partiu, ele voltou a arrumar tudo para receber o Mestre. Tornaram a bater na porta. Quando o homem abriu, deparou-se com uma criança, que o olhou e disse: — Estou com frio. Pode me dar um cobertor com que eu possa me cobrir? Um tanto desapontado, porque novamente não era o Mestre, ele olhou a criança nos olhos e sentiu o amor encher seu coração. Juntou rapidamente as roupas que pretendera dar ao Mestre e com elas cobriu a criança, que agradeceu e partiu. O homem tornou a arrumar tudo e ficou esperando até tarde da noite. Quando percebeu que o Mestre não chegaria, ficou decepcionado, mas perdoou-o, dizendo a si mesmo: "Eu sabia que não podia esperar que ele viesse a esta casa humilde. Embora prometesse vir, algo mais importante deve tê-lo prendido em outro lugar. O Mestre não veio, mas pelo menos me disse que viria, e isso bastou para me deixar feliz".


Guardou lentamente os alimentos e o vinho e foi dormir. Sonhou que o Mestre entrava em sua casa. Ficou muito feliz ao vê-lo, pois não sabia que estava sonhando. — Mestre, o senhor veio! Manteve sua palavra. O Mestre respondeu: — Estou aqui, sim, mas já estive, antes. Estava faminto, e você supriu minha necessidade de alimento. Estava sedento, e você me deu vinho. Estava com frio, e você me deu roupas. Seja o que for que fizer aos outros, estará fazendo a mim. O homem acordou, e seu coração estava cheio de felicidade, porque ele entendera o que o Mestre lhe ensinara. O Mestre amava-o tanto, que mandara três pessoas a sua casa para dar-lhe a maior das lições: ele vive dentro de cada um de nós. Quando alimentamos os famintos, damos água aos sedentos e vestimos os que sentem frio, estamos oferecendo nosso amor ao Mestre.

 

Retirado de: “O Dominio do Amor.”  -Don Miguel Ruiz

sábado, 16 de julho de 2011

Desabafo de um Frater

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Quando o maior mago do sec XIX começou a trilhar seu próprio caminho inúmeras calunias a sua pessoa foram levantas, alguns com um conhecimento de Cabalah adquirido através do intelecto, ou seja, epistêmico gritaram e blasfemaram contra sua pessoa. Seus discípulos e seguidores mantiveram sua tradição e hoje são vistos como grandes magos e aqueles caluniadores que estavam preso no intelecto ficaram esquecidos, quando muito seus nomes apenas citados em alguma obra, até houve alguns que conseguiram desenvolver bons livros. A maior Maga do sec XIX também caluniada por seu psiquismo e capacidades acima do humano vulgar e de até outros adeptos, grandemente difamada como charlatã, morreu, nos dizem, de desgosto da humanidade. Assim inumeráveis homens que é preferível não citar, pois aqueles que entendem de ocultismo o sabem, por que se não sabem nem da vida dos grandes adeptos e alquimistas, não tem nem idéia do caminho que estão percorrendo, continuando assim inconscientes, ou melhor nem estão percorrendo nenhum caminho.

Hoje o ocultismo e o misticismo viraram moda, filmes, músicas, contos da carochinha, etc... Assim muitas crianças desiludidas que acreditam em diversas fantasias se levantam a criticar, blasfemar, gritar etc... sem nunca ter dado um passo nesse longo caminho. Não entram no caminho nem deixam outros entrarem. Nós temos uma idéia pré concebida, um pré-conceito, e achamos que um mago é um homem de barbas, as vezes com chapéu pontudo como nas historinhas, ou um lutador que não deixa nada barato que sai voando enquanto desfere chutes e socos. Assim presos em conceitos buscamos alguém pra seguir, um grupo para seguir. Me recordo daquele Mago, citado, quando saiu de duas fraternidades ocultas que pertencia, e deixou claro que as abandonava pois elas haviam se polarizado contra outra instituição. Ou seja, não podia fazer parte de um grupo que caluniava e difamava outros grupos, assim ficando preso na tese e na antítese, no bem ou no mal, no mundo da mente onde essas batalhas são travadas. Enquanto permanecemos procurando a quem seguir, nunca encontraremos dentro de nós o tom da pedra. Como esse mesmo mago nos diz que o homem quando vem ao mundo tem seus sentidos desbalanceados assim não pode perceber a verdade. Amigos assim deveríamos nos preocupar com nosso caminho, que ainda não foi trilhado, e não em apontar esse ou aquele mestre, essa ou aquela instituição.

Quanto as calunias e vituperios que recebemos, esses devemos usar para descobrir que não temos controle sobre nós mesmos, que realmente não valemos nada, e o unico que vale em nossa vida é o sentido que damos a ela, porem se não temos sentido na vida de que vale viver?

 

Fr Gemini.’.