terça-feira, 11 de novembro de 2014

A Sexualidade Normal

 



Entende-se por pessoas de sexualidade normal aquelas que não têm confIito sexual de nenhuma espécie.


A energia sexual divide-se em três aspectos diferentes:


Primeiro: a energia relacionada com a reprodução da espécie e a saúde do corpo físico em geral.


Segundo: a energia relacionada com as esferas do pensamento, sentimento e vontade.


Terceiro: a energia relacionada com o Espírito Divino do Homem. A energia sexual é, sem dúvida alguma, a energia mais sutil e poderosa produzida e conduzida através do organismo humano. Tudo o que o homem é, inclusive nas esferas do pensamento, sentimento e vontade, é o resultado exato das diferentes modificações da energia sexual.


Devido ao aspecto tremendamente sutil e poderoso desta energia, torna-se realmente difícil controlá-la e armazená-la.


Além disso, sua presença representa uma fonte de imenso poder que, se não soubermos manejar, poderá redundar numa verdadeira catástrofe.


Existem no organismo certos canais por onde normalmente deve circular essa poderosa energia. Quando ela chega a infiltrar-se no delicado mecanismo de outras funções, então o resultado violento é o fracasso. Neste caso, danificam-se muitos centros delicadíssimos do organismo humano e o indivíduo converte-se, de fato, num infra-sexual.


Toda atitude mental negativa pode conduzir direta ou indiretamente a estas catástrofes violentas e destrutivas da energia sexual. O ódio ao sexo, o ódio ao Arcano A.Z.F., o asco ou repugnância pelo sexo, o desprezo ao sexo, a subestimação do sexo, os ciúmes passionais, o medo do sexo, o cinismo sexual, o sadismo sexual, a obscenidade, a pornografia, a brutalidade sexual, etc.,etc., convertem o ser humano em um infra-sexual.


O sexo é a função criadora mediante a qual o ser humano é um verdadeiro Deus. A sexualidade normal resulta da plena harmonia e concordância de todas as demais funções. Ela confere-nos o poder de criar filhos sãos, ou de criar no mundo das artes, ou das ciências. Toda atitude mental negativa com relação ao sexo produz infiltrações dessa poderosa energia em outras funções, provocando poderosas catástrofes, cujo resultado fatal é a infra-sexualidade. Toda atitude mental negativa força a energia sexual, obrigando-a a circular por canais e sistemas aptos para as energias mentais, volitivas ou qualquer outro tipo de energia menos poderosa que a sexual. A consequência é fatal, porque tais sistemas e canais, não podendo resistir à tremenda voltagem da energia poderosíssima do sexo, aquecem-se e fundem-se como um fio muito fino, quando por ele passa uma corrente elétrica de alta tensão. Quando o homem e a mulher se unem sexualmente em Matrimônio Perfeito, são, nesses instantes de voluptuosidade, verdadeiros deuses inefáveis. O homem e a mulher uidos sexualmente formam um Andrógino Divino perfeito, um Elohim macho-fêmea, uma divindade terrivelmente divina. As duas metades separadas desde o amanhecer da vida, unem-se por um instante, para criar. Isso é inefável ... sublime ... É coisa de paraíso.


A energia sexual é perigosamente volátil e potencialmente explosiva. Durante o ato secreto, durante o êxtase sexual, o casal está rodeado por esta energia terrivelmente divina. Nesses instantes de felicidade suprema e de beijos ardentes
que incendeiam as profundezas da alma, podemos reter esta luz maravilhosa para purificar-nos e transformar-nos completamente. Quando se derrama o Vaso de Hermes, quando vem o derrame, a luz dos deuses se retira, deixando as portas abertas para que entre no lar a luz vermelha e sanguinolenta de Lúcifer. Então o encanto desaparece, vem a desilusão e o desencanto. Algum tempo depois, o homem e a mulher iniciam o caminho do adultério porque seu lar terá se convertido em um inferno.


É uma característica da natureza mobilizar enormes reservas de energia criadora para criar qualquer cosmos, embora empregue somente uma quantidade infinitesimal dessas reservas para realizar suas criações. Assim, o homem perde
numa ejaculação seminal seis a sete milhões de espermatozóides, quando necessita apenas de um para engendrar um filho.


Na Lemúria, nenhum ser humano ejaculava o sêmen. Os casais daquela época uniam-se sexualmente nos Templos para criar. Naqueles instantes as hierarquias Lunares sabiam utilizar um espermatozóide e um óvulo para criar, sem necessidade de se chegar ao orgasmo e à ejaculação seminal. Ninguém derramava o sêmen. O ato sexual era um sacramento que só se verificava no Templo. A mulher naquela época dava à luz seus filhos sem dor, e a serpente se levantava vitoriosa pelo canal medular. Naqueles tempos o homem não havia saído do Éden, não conhecia a dor nem o pecado e a natureza inteira o obedecia. Foram os tenebrosos lucíferes que ensinaram o homem a derramar o sêmen. O pecado original de nossos primeiros pais foi o crime de derramar o sêmen. Isto é fornicação. Quando o homem paradisíaco fornicou, penetrou no reino dos lucíferes. O homem atual é luciférico.


É um absurdo derramar-se 6 ou 7 milhões de espermatozóides quando apenas um é suficiente para gerar uma vida, e um só espermatozóide escapa facilmente das glândulas sexuais, sem necessidade de derramar o sêmen. Quando o homem regressar ao ponto de partida e restabelecer o sistema sexual do Éden, a serpente sagrada do Kundalini levantarse-á outra vez, vitoriosa, para converter-nos em Deuses. O sistema sexual do Éden é a sexualidade normal. O sistema sexual do homem luciférico é absolutamente anormal.


Não só se fornica fisicamente, existe também fornicação nos mundos mental e astral. Aqueles que se ocupam em conversações luxuriosas, aqueles que lêem revistas pornográficas, os que assistem a filmes eróticos, gastam enormes reservas de energia sexual. Essas pobres criaturas utilizam o material mais fino e delicado do sexo, gastando-o miseravelmente na satisfação de suas brutais paixões mentais.


A fantasia sexual produz a impotência psico-sexual. Essa classe de enfermos tem ereções normais, são homens aparentemente normais, porém, no instante em que vão efetuar a conexão do membro com a vulva, cessa a ereção, caindo o falo, ficando o sujeito no mais horrível estado de desespero. Eles têm vivido na fantasia sexual e, quando realmente encontram-se diante da crua realidade sexual, que nada tem a ver com a fantasia, confundem-se e mostram-se incapazes de responder à realidade como seria devido.


O sentido sexual é extremamente sutil e tremendamente rápido, graças à sua energia finíssima e imponderável. O nível molecular onde atua o sentido sexual é milhões de vezes mais rápido que as ondas do pensamento. A mente lógica e a fantasia são pedras de tropeço para o sentido sexual. Quando a mente lógica com todos os seus raciocínios, ou quando a fantasia sexual com as suas ilusões eróticas querem controlar o sentido sexual, colocando-o ao seu serviço, ou condicionando-o às suas ilusões, destroem-no fatalmente. A impotência psico-sexual é a tragédia mais espantosa que pode afligir aos homens e às mulheres fanáticas, ou às pessoas puramente racionais. A luta de muitos monjes, monjas, anacoretas, pseudo-iogues, etc., para aprisionar o sexo dentro de seu fanatismo religioso, encerrando-o no cárcere de suas penitências, amordaçando-o, esterilizando-o, proibindo-lhe toda manifestação criadora, transforma-os em escravos de suas próprias paixões, em escravos do sexo, incapazes de pensar noutra coisa que não seja o sexo. Estes são os fanáticos do sexo, os degenerados da infra-sexualidade. Estas pessoas descarregam-se todas as noites com poluções noturnas asquerosas, ou contraem vícios homossexuais, ou se masturbam miseravelmente. Querer encarcerar o sexo é a mesma coisa que pretender engarrafar o Sol. Um homem assim é o escravo mais abjeto do sexo, e sem proveito algum, nem prazer verdadeiro. É um infeliz pecador. Uma mulher assim é uma mula estéril, uma vil escrava daquele a quem
quer escravizar (o sexo).


Os inimigos do Espírito Santo são gente do abismo. Melhor seria que não tivessem nascido, ou que amarrassem uma pedra de moinho ao pescoço e se lançassem ao fundo do mar.


O ser humano deve aprender a viver sexualmente; já nos encontramos na Nova Era de Aquário, que é a idade do sexo.


As glândulas sexuais são controladas por Urano, que é o regente da constelação de Aquário. A Alquimia Sexual é de fato a ciência da Nova Era de Aquário. A Magia Sexual será oficialmente acolhida nas Universidades da Nova Era de Aquário. Aqueles que se proclamam mensageiros da Nova Era de Aquário e odeiam o Arcano A.Z.F., demonstram claramente serem impostores, porque a Nova Era de Aquário é governada pelo regente do sexo, o Planeta Urano.


A energia sexual é a energia mais fina do cosmos infinito. Ela pode converter-nos em Anjos ou Demônios. A imagem da Verdade encontra-se depositada na energia sexual. O desenho cósmico do Adão-Cristo encontra-se depositado na energia sexual.


0 Filho do Homem, o super-homem, nasce do sexo normal. O super-homem jamais poderia nascer dos infra-sexuais.O reino dos infra-sexuais é o abismo. O poeta grego Homero disse: “Mais vale ser um mendigo sobre a terra do que um rei no império das sombras”. Este império é o mundo tenebroso dos infra-sexuais.

Samael Aun Weor

domingo, 31 de agosto de 2014

Hinduísmo

 

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Este oratório de um templo hinduísta homenageia Durga, uma das muitas formas da deusa …
© Ted Streshinsky/Corbis

O hinduísmo é a mais antiga de todas as maiores religiões do mundo. Algumas tradições do hinduísmo remontam a mais de 3 mil anos. Ao longo dos séculos, no entanto, seus seguidores — chamados hinduístas — vêm aceitando muitas ideias novas e acrescentando-as às antigas. Mais de 800 milhões de pessoas praticam o hinduísmo em todo o mundo. A maioria delas vive na Índia, onde essa religião começou.

O hinduísmo é a mais antiga de todas as maiores religiões do mundo. Algumas tradições do hinduísmo remontam a mais de 3 mil anos. Ao longo dos séculos, no entanto, seus seguidores — chamados hinduístas — vêm aceitando muitas ideias novas e acrescentando-as às antigas. Mais de 800 milhões de pessoas praticam o hinduísmo em todo o mundo. A maioria delas vive na Índia, onde essa religião começou.

Crenças

O hinduísmo não teve um fundador e não possui uma organização central. Ninguém criou uma relação de crenças que todos os hinduístas devam seguir. Mas todos os hinduístas respeitam os Vedas, um conjunto antigo de textos sagrados.

Os hinduístas acreditam num poder espiritual chamado brāman. Brāman é a fonte de toda existência e está presente em tudo e em todos os lugares. A alma humana, chamada atman, faz parte do brāman universal. Em geral os hinduístas acreditam que quando alguém morre a atman renasce em outro corpo. Para eles, uma alma pode voltar muitas vezes na forma humana, animal ou até vegetal. Essa ideia é conhecida como reencarnação. O ciclo de renascimento continua até que se aceite que a atman e o brāman são a mesma coisa. A maioria dos hinduístas acha que libertar-se desse ciclo é o objetivo mais elevado da pessoa.

Os hinduístas devem agir de acordo com o princípio da ahimsa, que quer dizer “não violência”. Isso significa que nunca se deve desejar causar dano a alguém ou a alguma coisa. Eles acham que muitos animais são sagrados, em especial a vaca. Os hinduístas piedosos são vegetarianos.

Os hinduístas adoram muitos deuses. O deus Vishnu é considerado protetor e preservador da vida. O deus Shiva representa as forças que a criam e também a destroem. A deusa suprema é chamada mais comumente de Shakti. Como Shiva, ela pode ser bondosa ou feroz, dependendo da sua forma. Os três principais ramos do hinduísmo moderno distinguem-se pela devoção a Vishnu, Shiva e Shakti.

Brahma (não confundir com brāman) é considerado o criador do universo. Nos tempos antigos ele era muito cultuado, mas atualmente seus devotos são poucos.

Práticas

Numa forma de culto chamada puja, os hinduístas rezam para que um deus entre num lar ou num templo e então o tratam como um hóspede ilustre. Eles cultuam uma imagem do deus e oferecem-lhe alimento, água e outras coisas.

O tantrismo é a busca do conhecimento espiritual e da libertação do ciclo de renascimentos. Para alcançá-las, as pessoas entoam sons sagrados e palavras chamadas mantras, e também desenham símbolos chamados mandalas.

As peregrinações, ou viagens a locais sagrados, são comuns no hinduísmo desde os tempos antigos. Muitos locais de peregrinação ficam ao longo do rio Ganges, no norte da Índia, que os hinduístas consideram o rio mais sagrado.

História

Por volta de 1500 a.C., um povo chamado ariano invadiu a Índia, vindo de onde hoje fica o Irã. Os arianos escreveram os textos mais antigos dos Vedas. Eles criaram uma religião, chamada vedismo, que se centralizava no sacrifício de animais aos deuses. O vedismo foi o ponto de partida do hinduísmo. Mas com o tempo a influência de outros povos e ideias distanciou muito o hinduísmo do vedismo. Assim, por exemplo, as pessoas começaram a desaprovar a matança de animais para sacrifício. Num processo que começou no século II a.C. e se completou no século IV d.C., os deuses mais antigos do vedismo foram lentamente substituídos por outros, mais novos. Mas alguns ritos do vedismo sobreviveram no moderno hinduísmo.

No século XI, os muçulmanos invadiram o norte da Índia e o islamismo influenciou algumas novas escolas de hinduísmo. No final do século XV, uma nova religião, o sikhismo, combinou elementos do hinduísmo e do islamismo.

No início do século XIX, a Grã-Bretanha começou a fazer da Índia uma colônia inglesa. Como reação ao domínio estrangeiro, o hinduísmo passou por um renascimento. A religião ajudou a unir os indianos contra os ingleses. Mas durante esse período alguns líderes hinduístas também começaram a criticar elementos da religião tradicional. O reformador Ram Mohun Roy, por exemplo, condenou a forma antiga de organização social chamada sistema de castas. Nesse sistema, as pessoas eram discriminadas — ou seja, tratadas de modo diferente — de acordo com a classe social em que nasciam. Os reformistas usaram algumas ideias ocidentais para modernizar o hinduísmo.

O líder hinduísta mais famoso do século XX foi Mahatma Gandhi. Ele levou para a política a ideia da ahimsa e ajudou a tornar a Índia independente da Inglaterra usando apenas métodos não violentos.

As diferenças entre os hinduístas e os muçulmanos aumentaram a partir de 1947, depois que a colônia britânica da Índia dividiu-se em dois países independentes, a Índia e o Paquistão. Milhões de hinduístas deixaram seu lar no Paquistão e foram para a Índia, e milhões de muçulmanos abandonaram a Índia e seguiram para o Paquistão. Muitos hinduístas e muçulmanos foram mortos nas disputas e brigas que envolveram esse processo. Na Índia e em outros lugares, a violência entre hinduístas e muçulmanos continua no século XXI.

sábado, 30 de agosto de 2014

Mandala de Chakrasamvara

 

 

Chakrasamvara mandala

Chakrasamvara mandala

 

Chakrasamvara, ou em tibetano khorlo Demchog significa "Roda da Grande Felicidade".

Refere-se aos chakras ou centros de energia do corpo sutil, ea experiência do grande êxtase da sabedoria associada a cada um destes chakras. O sistema Chakrasamvara tântrico é uma Tantra Yoga Maior que particularmente enfatiza o ideal feminino da sabedoria.

Todos os ensinamentos budistas pode ser rastreada até o Buda histórico, Sidarta Gautama, que viveu na Índia de dois mil e quinhentos anos atrás. Todos os ensinamentos são baseados na Quatro Nobres Verdades, que o Buda ensinou no primeiro sermão após sua Iluminação: o reconhecimento de que cada ser vivo experimenta o sofrimento; a compreensão das causas desses sofrimentos; o reconhecimento de que existem métodos pelos quais podemos alcançar a libertação do sofrimento, ou a completa Iluminação.

Os ensinamentos budistas tântricos incluem métodos para a purificação dos componentes psico-físicas de seres humanos através da meditação sobre os seres puros, ou divindades, dentro de um ambiente puro: a mandala . As divindades que habitam uma mandala são deuses não externos; em vez disso, eles simbolizam o estado iluminado que todo mundo tem o potencial para perceber.

Descrição da mandala Chakrasamvara

A mandala, construído a partir de partículas de areia coloridos sobre uma base horizontal, representa a residência de 62 divindades. A figura principal é Heruka Chakrasamvara, um aspecto do Buda Akshobya, cercada por outras divindades, que são todos da mesma natureza que a divindade central, manifestando em diferentes formas. Embora representado aqui em uma superfície plana, a mandala é na verdade uma mansão divina tridimensional.

Cada aspecto da mandala tem um significado; nada é arbitrário ou supérfluo. A mansão é quadrado, com quatro paredes, cada um com uma entrada em seu centro. Ela repousa sobre uma flor de lótus verde, rodeado por uma borda de coloridas pétalas de lótus. Esta fronteira é cercada por uma cerca de proteção vajras, cercado por um anel de chamas coloridas, representando o fogo da sabedoria. Fora isso são representadas oito grandes cemitérios, o que representa a renúncia ea impermanência.

Chakrasamvara mandala closeup

Chakrasamvara mandala closeup

Há cinco rodas dentro da mandala: uma base quadrada de penhor mandala, dentro do qual é o corpo exaltado round, fala, mente e grandes mandalas felicidade. O lótus central tem oito pétalas; o centro do lótus e os quatro pontos cardeais representam os cinco Budas que purificam estados impuros da mente. No centro azul, Askshobya purifica raiva na sabedoria da realidade; no setor, enquanto Oriental, Vairochana purifica a ignorância em sabedoria como um espelho; No sul amarelo, Ratnasambhava purifica o orgulho ea ganância na sabedoria da igualdade, no oeste vermelho, Amitabha transforma desejo e apego à sabedoria analítica: e no norte verde, Anmogasiddhi vira ciúme em todos os realizar sabedoria. Divindades femininas chamados dakinis ficar de quatro pétalas de canto.

A meditação

Como um praticante de meditação praticando o Tantra de Chakrasamvara, seria de familiarizar-se com todos os detalhes da mandala e as divindades dentro dela, participando de exercícios repetidos com base na visualização dos seres puros e ambiente puro que simbolizam o próprio ser e do ambiente em purificado, forma sublime . Tais exercícios, realizados no âmbito budista básica de desenvolver sabedoria e compaixão, provocar uma transformação profunda da psique.

Só para vislumbrar a mandala, no entanto, vai criar uma impressão positiva sobre o fluxo mental do observador, que por um momento está em contato com o profundo potencial para a iluminação perfeita que existe dentro da mente de todos os seres.